Inspiração | Peter Kubelka

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Origem da palavra cinema -> kinectic
Cinema como uma arte nobre

LIVE CINEMA X VJ
origem do termo VJ vindo mesmo da MTV
vídeo x cinema

CINEMA
considerar a emissão de luz em contraponto com a sombra = CINEMA
O cinema feio FRAME a FRAME e não plano a plano.
Um exemplo disso são os FLICKR films, por exemplo de PETER KUBELKA.

 

Peter Kubelka’s Arnulf Rainer: the film as a visualization
http://lab.softwarestudies.com/2012/11/peter-kubelkas-arnulf-rainer-film-as.html
Arnulf Rainer (1960, 7′) é um filme feito por luz e escuridão e também riscos na
película, portanto um trabalho AUDIO e VISUAL.
Ele expõe a película e também expõe o filme de 7′ na sala de cinema.

cinema como luz em movimento
cinema como matéria – a materialidade do cinema : LUZ e ausência de LUZ

Fitas de telex de antigamente.

 

 

Inspiração | Robert Whitman

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_ROBERT WHITMAN 1935
Artista visual que adentrou no teatro, propõe no limiar entre performance,
teatro e arte contemporânea, instalação e etc
Whitman é fascinado por eventos que não podem ser compreendidos em sua
totalidade, mas pode ser experienciado intensamente de particular pontos de
vista.
Em ‘American Moon’ 1960, ele separou a plateia em túneis cenográficos para
que impedir que vissem a totalidade.
‘Prune Flat’ (1965)

 

Inspiração | Merce Cunnigham, David Tudor & Jonh Cage

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John Cage
«Variations V»

John Cage made «Variations V» in 1965 for the Merce Cunningham Dance Company. He and David Tudor settled on two systems for the sound to be affected by movement. For the first, Billy Klüver and his colleagues set up a system of directional photocells aimed at the stage lights, so that the dancers triggered sounds as they cut the light beams with their movements. A second system used a series of antennas. When a dancer came within four feet of an antenna a sound would result. Ten photocells were wired to activate tape-recorders and short-wave radios. Cecil Coker designed a control circuit, which was built by my assistant Witt Wittnebert. Film footage by Stan VanDerBeek and Nam June Paik’s manipulated television images were projected on screens behind the dancers.
The score was created by flipping coins to determine each element and consisted of thirty-five «remarks» outlining the structure, components, and methodology. The specific sound score would change at each performance as it was created by radio antennas responding to the dancers’ movements.
In this photograph «Variations V» is performed for a television taping session in Hamburg. The photocells were located at the base of the five-foot antennas placed around the stage. Cage, Tudor, and Gordon Mumma operate equipment to modify and determine the final sounds.
The project was also presented at the Philharmonic Hall in New York, 1965.

 

Inspiração | Ei Wada

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_EI WADA, Japonês, com trabalhos com ventiladores e televisores.
Falamos da queda do sistema e de artistas que buscam isso como linguagem.

 

 

Born in 1987. Artist/musician. Ei Wada rebuilds old electric appliances into electronic musical instruments, and creates and exhibits works of art and music performed by new and unique methods. In 2009, he started the group Open Reel Ensemble, which manipulates and plays reel-to-reel tape recorders. The group is involved in a wide range of activities including concert performances, DVD/CD and book publishing, art installations and providing music for movies and catwalk shows. Recently it has begun an ambitious orchestral project using 20 reel-to-reel tape recorders. Also, He has provided music for ISSEY MIYAKE’s Paris Collection for 11 consecutive times. He has performed in various locations around the world. His latest project is called “ELECTRONICOS FANTASTICOS!” for which they create electronic musical instruments, orchestra and strange festival using used home electronics with the participants.

 

Inspiração | conceito de intermídia de Dick Higgins

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Em 1966, Dick Higgins, poeta e compositor, criou o conceito de intermedia.

 

 

Dick Higgins (Cambridge, Inglaterra,15 de março de 1938 – Quebec, Canada, 25 de outubro de 1998) foi um compositor, poeta, tipógrafo e um dos primeiros artistas do grupo Fluxus, criador do conceito de Intermídia. Teorizou também sobre literatura, incluindo a Poesia concreta. Sua poesia tem relação com a Language poetry.

Aluno de John Cage na New School, é um dos protagonistas do grupo Fluxus.

Inspiração | Horiren 1st

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Biography

After graduating from design college, Horiren started out working for a computer game company.
While she later moved onto becoming a muralist the irezumi (traditional tattoo) captivated her, and at 30 years of age, after years of self-study, she began her career as a irezumi-shi (tattoo artist).
As the first in line of irezumi-shi to take the name Horiren, she is constantly pursuing greater heights in the industry.

https://www.youtube.com/watch?v=v-DNtcYb9dE

Inspiração | Bill Viola

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Bill Viola – Ocean Without a Shore | TateShots

Bill Viola’s latest video installation, Ocean Without a Shore, is presented in the atmospheric setting of the church of San Gallo, Venice.

 

 

 

O trabalho “Ocean Without a Shore” é sobre a presença de mortos em nossas vidas. O lugar escolhido por Bill Viola para uma apresentação especial do novo trabalho foi uma pequena igreja em Veneza chamada San Gallo. No interior, San Gallo ainda tem altares de mármore, mas não há arte neles – as pinturas feitas por Tintoretto estão agora no Museu Diocesano. Para Bill Viola um altar na igreja católica é um lugar onde além de rezar podemos entrar em contato com os mortos. Os três altares tornam-se superfícies transparentes para a manifestação de imagens dos mortos tentando retornar ao nosso mundo. O video mostra uma forma humana se movendo lentamente da obscuridade para a luz. Quanto mais próxima, mais sólida e tangível se torna a pessoa, até que atravessa um limite invisível e passa para o mundo físico. A passagem é um intenso momento de sentimentos, lembranças e imagens.

 

 

 

https://www.ngv.vic.gov.au/essay/bill-violas-ocean-without-a-shore/

Inspiração | Anri Sala

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Inspiração | Leticia Parente

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Letícia Parente nasceu em 1930 em Salvador. Formada em química, mas apaixonada por arte, acabou por se aproximar de Anna Bella Geiger com quem desenvolveu grandes projetos artisticos. A partir dos anos 1970 passou a ser um dos nomes centrais da videoarte brasileira, com exposições no Brasil e no exterior, tendo sua primeira exposição individual no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ), em 1976, e participando ainda da 16ª Bienal Internacional de São Paulo em 1981. Alguns de seus trabalhos mais importantes são “Marca Registrada” (1975, duração: 8’), “Especular” (1978, 1’50’’) e “De aflicti – Ora Pro Nobis” (1979, 3’50’’). A artista faleceu no Rio de Janeiro em 1991.

 

 

Inspiração | 3NÓS3

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3NÓS3

 

Histórico
Formado pelos artistas plásticos Hudinilson Jr. (1957-2013), Mario Ramiro (1957) e Rafael França (1957-1991) o grupo 3NÓS3 realiza ações que questionam os espaços da cidade de São Paulo de 1979, ano em que é fundado, até 1982. Graduados em artes plásticas pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), Mario Ramiro e Rafael França já se conhecem antes de 1979, ano em que planejam, junto com a artista plástica Marilia Gruenwaldt, uma exposição na estação São Bento de metrô. Hudinilson Jr., formado em artes plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) integra o grupo a convite de Ramiro, com quem trabalha na prefeitura de São Paulo. A exposição, composta por carimbos feitos por Marilia e xilogravuras dos outros artistas, inclui oficinas oferecidas ao público. Na ocasião, França, Ramiro e Hudinilson Jr. se aproximam dos punks que, ao fugirem da repressão policial, escondem-se no metrô e participam das oficinas. Interessados neste contato direto com o público, os três artistas passam a se encontrar e estudar textos sobre arte conceitual e earth art. Desses encontros, surge a ideia de fazer intervenções artísticas nos espaços públicos da cidade.

Inspiração | Zbigniew Rybczynski

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Tango
1981

Tango es una propuesta fílmica inusual, festiva hasta el delirio. Rompe con las expectativas del espectador y transforma la sólita narración lineal cinematográfica de un modo asombroso. No hay textos escritos. No hay diálogos. No hay voz en off. No existe ningún personaje principal. No hay un único foco de atención. No hay explicación para el despliegue formal. No hay argumento. No hay un desarrollo causal. Nada se explica. Poco tiene sentido. No está basado en ningún libro. No se parece a ninguna novela.

 

Inspiração | Geraldo Anhaia Mello

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Geraldo Anhaia Mello – A Situação

“A Situação”, de Geraldo Anhaia Mello, é uma vídeo-performance de 1978. Formado pela School of Visual Arts de Nova York, Mello foi um dos artistas que se destacou na década de 1970 com a chegada da videoarte ao Brasil. Numa performance provocativa, o artista se propõe a repetir a mesma frase enquanto bebe 2 litros de cachaça.

São Paulo, 1978, 9min, Portapack – 1/2 polegada, open reel, Sony, formato original.

 

 

 

Inspiração | Shimabuku

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japanese artist shimabuku ironically documents the history of humanity, comparing ancient tools with modern instruments to create a sort of ‘museum’ of every daily life. at the venice art biennale 2017 — presented as part of ‘viva arte viva’ curated by christine macel — shimabuku is exhibiting an installation video titled ‘sharpening a macbook air’, which builds on his fascination with human culture.

 

Inspiração | Ryusuke Hamaguchi

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Ryusuke Hamaguchi: “Aquilo que não podemos ver, ouvir ou tocar também existe”

Happy Hour: Hora Feliz é o primeiro filme deste japonês a estrear em Portugal. Um drama delicadíssimo, apresentado em três partes, devido às suas 5 horas de duração. O espectador que não se intimide. Este é um convite maravilhoso que começa agora e continua no dia 11, com a estreia das segunda e terceira partes

 

 

 

 

Cannes Interview: Ryusuke Hamaguchi

Since its unassuming debut at the 2015 Locarno film festival, Ryûsuke Hamaguchi’s Happy Hour has become something of a cinephile cult item. A generous and revelatory film that might best be described as falling into the classical genre of the “women’s picture,” this freewheeling five-hour drama concerns a quartet of female friends negotiating a variety of domestic and artistic passions, and it continues to resonate with dedicated viewers in the way a lengthy novel might. By contrast, the 39-year-old Japanese director’s sixth and latest fiction feature, the quietly wise and perceptive Asako I & II, unfolds with the efficiency and poetry of a novella.

 

 

 

Inspiração | Margaret Atwood

Não classificado

Margaret Atwood e a Ficção Científica

The Handmaid’s Tale recebeu o primeiro Prêmio Arthur C. Clarke Award em 1987. Também foi nomeado ao Nebula Award de 1986 e ao Prometheus Award de 1987, ambos prêmios de ficção científica. No entanto, Atwood nega a ideia de que The Handmaid’s Tale e Oryx and Crake sejam ficção científica. Ao jornal The Guardian, ela afirmou preferir que sua obra seja considerada ficção especulativa a ficção científica. “Em ficção científica tem monstro e naves espaciais; ficção especulativa poderia realmente acontecer.”[5] Para ela, a diferença entre ficção científica e especulativa é que a primeira é algo que nós ainda não podemos fazer. E que a segunda, é sobre assuntos que já estão na nossa frente, e que acontecem na Terra.

Em entrevistas, Atwood já admitiu que obras como The Handmaid’s Tale e Oryx and Crake podem ser consideradas ‘ficção científica social’.

Margaret Atwood e o Feminismo

Atwood, que se envolveu no diálogo intelectual feminino no Victoria College, na Universidade de Toronto, frequentemente retrata personagens femininas dominadas pelo patriarcado em seus romances.[6] Ainda assim, ela nega que The Edible Woman, por exemplo, publicado em 1969 e que coincidiu com a segunda onda do movimento feminista, seja feminista e alega tê-lo escrito quatro anos antes do movimento. Atwood acredita que o rótulo feminista só pode ser aplicado a escritores que conscientemente trabalham na moldura do movimento feminista.[7] Em entrevista, Atwood já disse ficar na ponta dos dois extremos. Ela acredita que mulheres não devem ser vistas como inferiores aos homens, mas também não merecem ser vistas com preconceito por escolher ter filhos e um marido.

 

 

 

Section 27

To be in any form, what is that?
(Round and round we go, all of us, and ever come back thither,)
If nothing lay more develop’d the quahaug in its callous shell were enough.
Mine is no callous shell,
I have instant conductors all over me whether I pass or stop,
They seize every object and lead it harmlessly through me.
I merely stir, press, feel with my fingers, and am happy,
Walt Whitman

Inspiração | Walt Whitman

Não classificado

 

Section 27

To be in any form, what is that?
(Round and round we go, all of us, and ever come back thither,)
If nothing lay more develop’d the quahaug in its callous shell were enough.
Mine is no callous shell,
I have instant conductors all over me whether I pass or stop,
They seize every object and lead it harmlessly through me.
I merely stir, press, feel with my fingers, and am happy,
Walt Whitman

Song of Myself, 3

Walt Whitman – 1819-1892
I have heard what the talkers were talking, the talk of the beginning and the end
But I do not talk of the beginning or the end.

There was never any more inception than there is now,
Nor any more youth or age than there is now,
And will never be any more perfection than there is now,
Nor any more heaven or hell than there is now.

Urge and urge and urge,
Always the procreant urge of the world.

Out of the dimness opposite equals advance, always substance and increase, always sex,
Always a knit of identity, always distinction, always a breed of life.

To elaborate is no avail, learn'd and unlearn'd feel that it is so.

Sure as the most certain sure, plumb in the uprights, well entretied, braced in the beams,
Stout as a horse, affectionate, haughty, electrical,
I and this mystery here we stand.

Clear and sweet is my soul, and clear and sweet is all that is not my soul.

Lack one lacks both, and the unseen is proved by the seen,
Till that becomes unseen and receives proof in its turn.

Showing the best and dividing it from the worst age vexes age,
Knowing the perfect fitness and equanimity of things, while they discuss I am silent, and go bathe and admire myself.

Welcome is every organ and attribute of me, and of any man hearty and clean,
Not an inch nor a particle of an inch is vile, and none shall be less familiar than the rest.

I am satisfied—I see, dance, laugh, sing;
As the hugging and loving bed-fellow sleeps at my side through the night, and withdraws at the peep of the day with stealthy tread.
Leaving me baskets cover'd with white towels swelling the house with their plenty,
Shall I postpone my acceptation and realization and scream at my eyes,
That they turn from gazing after and down the road,
And forthwith cipher and show me to a cent,
Exactly the value of one and exactly the value of two, and which is ahead?







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10 of the Best Walt Whitman Poems Everyone Should Read

The best poems by Walt Whitman selected by Dr Oliver Tearle

Walt Whitman (1819-92), with his innovative free verse and celebration of the American landscape, made his poetry a sort of literary declaration of independence, seeking to move away from the literary tradition associated with the Old World and forge a new, distinctly American literature. Below are ten of Whitman’s greatest poems which demonstrate how he did this.

Song of Myself’. Where better to begin our pick of Whitman’s best poems than here, with the poem which seems best to embody his call for literary independence and self-expression? When Whitman’s 1855 volume Leaves of Grass was published at Whitman’s own expense – the first edition containing just a dozen untitled poems – ‘Song of Myself’ headed the collection. This statement of selfhood contains the famous line ‘I am large, I contain multitudes’.

I Sing the Body Electric’. This is perhaps Whitman’s best-known poem, and also featured in the original 1855 edition of Leaves of Grass. It does what its title (added later) announces, with Whitman writing about his own body and its various components – but concluding that these are also part of his soul, since soul and body are one.

I Hear America Singing’. Although Whitman was a pioneer of free verse and often wrote long, expansive poems, ‘I Hear America Singing’ is just eleven lines long, though Whitman crams a lot into those eleven lines. What better way to continue our brief introduction to America’s best poets than with a poem by one of American poetry’s pioneers, praising the many different people in his nation and the various songs they sing?

When Lilacs Last in the Dooryard Bloom’d’. One of several poems Walt Whitman wrote about Abraham Lincoln, and probably the best, ‘When Lilacs Last in the Dooryard Bloom’d’ was written in the summer of 1865, in the aftermath of the assassination of Lincoln in April of that year. An example of the pastoral elegy, this poem wasn’t considered one of Whitman’s best poems by Whitman himself. However, many of his readers have disagreed, and think this among his finest.

O Captain! My Captain!’. Even those who aren’t familiar with Walt Whitman’s poems may recognise this, thanks to its use in the 1989 Robin Williams film Dead Poets Society. Like ‘When Lilacs Last in the Dooryard Bloom’d’, this poem was written in the wake of Lincoln’s death in 1865, and is slightly different from much of Whitman’s best-known poetry in that it has a more regular rhyme scheme. The poem became among his best-known, to the extent that Whitman almost regretted writing it later.

A Noiseless Patient Spider’. This short poem is divided into two stanzas: the first observes the ‘noiseless patient spider’ of the poem’s title, and the second considers the poet’s own soul and the way it is undertaking a similar attempt to build ‘gossamer’ bridges between things, much as the spider builds a web.

O Me! O Life!’. One of the shortest poems on this list, this poem was also featured in Dead Poets Society: Robin Williams’s character recites it to his class. It contains many of the features of Walt Whitman’s greatest poetry: the free verse rhythm, the alternation between long and short lines, the rhetorical (or not-so-rhetorical?) questions, the focus on the self.

Out of the Cradle Endlessly Rocking’. A boy watches two mockingbirds nesting on a beach; but one day he notices that the mother bird hasn’t returned to the nest. The cry uttered by the male bird as it calls for its mate awakens something deep within the young boy, in one of Whitman’s most touching poems (although it was branded ‘unmixed and hopeless drivel’ by one reviewer; it’s rumoured that the response published in the same newspaper shortly afterwards, praising Whitman’s poem, was penned by none other than Whitman himself).

Pioneers! O Pioneers!’. Another tribute to America as a self-made country and to the pioneering spirit of its people, and a nice counterbalance to the more personal and individual poems on this list.

Whoever You Are Holding Me Now in Hand’. This poem addressed to his reader might be viewed as a disclaimer for all of Whitman’s poetry – much as ‘Song of Myself’ can be read as his declaration or credo.

Inspiração | Ricardo Basbaum

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A definição de “artista-etc.” de Ricardo Basbaum – artista participante da 30ª Bienal – é um ponto de partida interessante para entender o seu trabalho e o seu papel como artista:

Hoje, a maioria dos artistas (digo, aqueles interessantes–) poderia ser considerada como ‘artistas-multimídia’, embora, por ‘razões de discurso’, estes sejam referidos somente como ‘artistas’ pela mídia e literatura especializadas. – Ricardo Basbaum

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Artista, escritor, crítico e curador.
Trabalha em torno das relações sociais e interpessoais, desenvolvendo uma abordagem comunicativa para impulsionar a circulação de ações e formas. Com diagramas, desenhos, textos e instalações cria dispositivos interativos nos quais a experiência pessoal e individual dos atores e observadores participantes desempenha papel relevante.

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Inspiração | Andreas Gursky

Inspiração

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Andreas Gursky (nascido em 15 de janeiro de 1955) é um artista visual alemão conhecido por fotografar arquitetura de grande formato, à cores, muitas vezes empregando um ponto de vista elevado da paisagem. (ler mais)

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Andreas Gursky photography

Andreas Gursky photography

Andreas Gursky photography

One of the most famous of the contemporary art photographers is Andreas Gursky. Gursky was born in Leipzig, Germany in 1955. He makes large-scale colour photographs distinctive for their incisive and critical look at the effect of capitalism and globalisation on contemporary life. (ler mais)

 

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Fotos de Andreas Gursky no Tumblr

Fotos de Andreas Gursky no Tumblr

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Inspiração | Tatsuo Miyajima

haikai, Inspiração

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http://www.tumblr.com/tagged/tatsuo%20miyajima

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www.tatsuomiyajima.com

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Tatsuo Miyajima, 'Hoto' (2008) Courtesy of Shiraishi Contemporary Art Inc. and Lisson Gallery; Photo by Daici Ano; Courtesy of Contemporary Art Center, Art Tower Mito

Tatsuo Miyajima, ‘Hoto’ (2008)
Courtesy of Shiraishi Contemporary Art Inc. and Lisson Gallery; Photo by Daici Ano; Courtesy of Contemporary Art Center, Art Tower Mito

Best known for his haunting installations of red LED digital counters, Tatsuo Miyajima’s largest solo show in Japan for nearly a decade reveals the artist’s recent exploration of a more socialized artistic practice, while remaining focused on death, life, and the possibilities of art in-between. ‘Art in You’ is not only the title of the current exhibition, but also the theme of Miyajima’s work in recent years, by which the Miyajima summarizes his belief that art is the expression of a latent creativity within each of us. (leia mais…)

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Inspiração | Willys de Castro

haikai, Inspiração

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Willys de Castro (Uberlândia MG 1926 – São Paulo SP 1988).

Pintor, gravador, desenhista, cenógrafo, figurinista, artista gráfico.

Willys de Castro Willys de Castro

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Muda-se para São Paulo em 1941, onde estuda desenho com André Fort. Entre 1944 e 1945, trabalha como desenhista técnico e, em 1948, forma-se em química. Em 1950, inicia estágio em artes gráficas e realiza suas primeiras pinturas e desenhos abstrato-geométricos. No ano de 1953, passa a executar obras de cunho construtivista. No ano seguinte, funda com Hércules Barsotti (1914) um estúdio de projetos gráficos e participa do movimento Ars Nova, realizando poemas concreto-visuais apresentados no Teatro Brasileiro de Comédia – TBC. É co-fundador da revista Teatro Brasileiro, em 1955. Faz cenários, figurinos e peças para o Teatro de Arena e o Teatro Cultura Artística. Em 1957, recebe prêmio da Associação Paulista de Críticos Teatrais e trabalha como conselheiro-técnico da revista Vértice. Em 1958, viaja a estudo para a Europa e, no ano seguinte, ao voltar une-se ao Grupo Neoconcreto do Rio de Janeiro, ao lado de Hércules Barsotti, Ferreira Gullar (1930), Franz Weissmann (1911 – 2005), Lygia Clark (1920 – 1988), entre outros. Entre 1959 e 1962, realiza a série Objetos Ativos, trabalhos que exploram o plano e o volume como elementos plásticos, questionando a utilização da tela enquanto suporte da linguagem pictórica. No início dos anos 1960, integra o Conselho Artístico da Galeria de Artes das Folhas e a Association Internationale des Arts Plastiques da Unesco, em Paris. É co-fundador e membro da Associação Brasileira de Desenho Industrial – ABDI e do Grupo Novas Tendências. De 1966 a 1967, projeta estampas para tecidos voltados a produção industrial. Na década de 1980, inicia pesquisa de construções em madeira, metal, inox e outros materiais, com efeitos de cor e movimento, os Pluriobjetos.

Willys de Castro

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Inspiração | Yoko Ono

haikai, Inspiração

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yoko ono | grapefruit

Instruction pieces and Grapefruit

The instruction pieces have been printed in the different versions of her book of instructions, Grapefruit, and in book published by Weatherhill in 1995, Yoko Ono: Instruction Paintings.

In 1999, Yoko Ono created a new set of instruction paintings: Imagine, Yes, Touch, Fly, Breathe, Reach, Forget, Feel, Dream, Open, Remember. These new instruction paintings are linen canvases painted with single words such as Imagine and Feel… ver mais

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Inspiração | Chris Marker

Fotografia, Inspiração

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A possibilidade de romper com relações estabelecidas e propor novas abordagens é uma das características dos trabalhos de Marker.

… ele dividiu o mundo em listas de coisas elegantes, coisas tristes, coisas que não valem a pena filmar e coisas que fazem bater o coração.

… ele rouba olhares como um trombadinha rápido, correndo com seu tesouro.

… ele amava a fragilidade desses instantes suspensos, essas lembranças que serviam apenas para deixar lembranças.

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artigo relacionado

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